nada sério nem legal não,
só queria deixar registrado que o mundo tá começando a não me surpreender mais, tudo parece ser banal e previsível, e eu acho que já espero praticamente tudo de todo mundo. As pessoas e coisas estão perdendo a capacidade de serem mutantes.
isso é um sério problema.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
sábado, 23 de janeiro de 2010
domingo, 10 de janeiro de 2010
Just one
São muitos os estágios da dor.
Primeiro você chora, se desespera, chora até secar, quebra os pratos na parede, bate, xinga... e descobre que nada disso resolve.
Depois, é o momento no qual você jura que não tem mais dor nenhuma, finge que não pensa, mas tudo é motivo ainda para... xingar. Começa a funcionar o outro lado que fala "Isso não merece que você sofra."
Depois, você volta para o primeiro estágio... É, caro leitor. O ser humano é irracional, burro, doente, quantas vezes for possível errar, sofrer e persistir, ele vai fazer isso, até ter a total sensação de que não quer mais... Só que isso demora muito tempo, e pode nunca acontecer. Enquanto isso,dá-lhe copos na parede.
E quando você acha que o fundo do poço já é seu amigo... você descobre que pode descer mais. Ficar pior que a Amy Winehouse, back to black is the new black.
Você volta para o estágio 1... Sim, você comete erros bem parecidos. Muito parecidos mesmo.
E tudo volta...
Só que chega uma hora que não dói mais tanto assim. Você ouve calada e resignada, e não, você não xinga de volta! Você na verdade, começa quase a rir... Não que ainda não doa.
Mas, a situação se torna patética.
E você vê o quão patético você pode ser, como suas atitudes podem SEMPRE piorar... Que ninguém tá imune à uma recaída, e voltar com todo o seu lado irracional.
E no final do ato.. você não chora.
Não, não chora mais. Fica só uma mágoa, uma sensação, uma coisa estranha.
Você sabe que ainda vai errar muitas vezes, do mesmo jeito. Mas agora, quando você errar, você já é outra pessoa, e a reação vai mudar.
Os erros são os mesmos, mas, inevitavelmente, você cresceu.
E não cai mais nenhuma lágrima.
É quando você olha pra porta, e vê toda a inocência indo embora.
E infelizmente, a inocência só vai embora uma vez.
Primeiro você chora, se desespera, chora até secar, quebra os pratos na parede, bate, xinga... e descobre que nada disso resolve.
Depois, é o momento no qual você jura que não tem mais dor nenhuma, finge que não pensa, mas tudo é motivo ainda para... xingar. Começa a funcionar o outro lado que fala "Isso não merece que você sofra."
Depois, você volta para o primeiro estágio... É, caro leitor. O ser humano é irracional, burro, doente, quantas vezes for possível errar, sofrer e persistir, ele vai fazer isso, até ter a total sensação de que não quer mais... Só que isso demora muito tempo, e pode nunca acontecer. Enquanto isso,dá-lhe copos na parede.
E quando você acha que o fundo do poço já é seu amigo... você descobre que pode descer mais. Ficar pior que a Amy Winehouse, back to black is the new black.
Você volta para o estágio 1... Sim, você comete erros bem parecidos. Muito parecidos mesmo.
E tudo volta...
Só que chega uma hora que não dói mais tanto assim. Você ouve calada e resignada, e não, você não xinga de volta! Você na verdade, começa quase a rir... Não que ainda não doa.
Mas, a situação se torna patética.
E você vê o quão patético você pode ser, como suas atitudes podem SEMPRE piorar... Que ninguém tá imune à uma recaída, e voltar com todo o seu lado irracional.
E no final do ato.. você não chora.
Não, não chora mais. Fica só uma mágoa, uma sensação, uma coisa estranha.
Você sabe que ainda vai errar muitas vezes, do mesmo jeito. Mas agora, quando você errar, você já é outra pessoa, e a reação vai mudar.
Os erros são os mesmos, mas, inevitavelmente, você cresceu.
E não cai mais nenhuma lágrima.
É quando você olha pra porta, e vê toda a inocência indo embora.
E infelizmente, a inocência só vai embora uma vez.
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
A listinha que vai pra fundo da gaveta
Sei que não sou a única pessoa que tenta todo ano abandonar esse hábito.
O marvado hábito de fazer listas de metas para o ano seguinte.
Não, não párei. Sim, tentei e MUITO.
Sabe o que me fez párar? Provavelmente o mesmo motivo que de todo o resto do mundo: as promessas se repetiam todo ano, e nunca eram cumpridas... Puro desistímulo.
Tirar o aparelho? Como, se eu não vou ao dentista?
Emprego? Cadê o meu currículo?
São aquelas coisas, que você sabe ser capaz de conseguí-las, mas que só precisam de um BAITA empurrão para poderem acontecer. Ninguém vai ir no dentista por você, confia.
E porque não fazer mais listinhas? Pela decepção.
As listas(você querendo ouvir isso ou não) é o nosso simpático e débil jeito de tentar controlar o nosso destino, o nosso futuro.
Metas? Mas como eu posso ter metas, se terei uma crise de sono agudo e não vou levantar para ir ao dentista?
As listas são uma delícia em janeiro, são frescas, ainda estão no desktop, ou o papel ainda está bem dobrado...Depois, vão se perdendo com o tempo.
Volta a rotina, e você começa a aceitar que seu destino está na mão dos Deuses, porque só assim, pra tanto cansaço e tanta rotina estressante valer alguma coisa.
As listinhas também servem como idealização de uma vida diferente da nossa, uma vida onde eu consigo acordar cedo e ir ao dentista, sem reclamar.
Mas é tudo mais difícil. O despertador não vai tocar, a nota vai ser ruim, o chefe vai estar estressado 360 dias do ano(exceções: véspera do natal, véspera do ano novo, véspera do carnaval, aniversário dele, time dele campeão de alguma coisa importante).
A única lista que se deve fazer?
É aquele velho aprendizado, que todo início de ano, esquecemos. Precisamos estar preparados para o que VIER. Sim, devemos fazer nossa parte, cuidar das coisas, ser responsável, mas poxa, como controlar tanta coisa além da nossa vida toda?
E como todo mundo sabe, boa parte das coisas ao longo do ano, acontecerão por puro acaso.
E o melhor jeito, é saber lidar com ele.
Única resolução de ano novo?
Ser cada vez mais safa na vida, e contar sempre com a sorte, porque no final, ela move seu ano mais do que suas resoluções .
beijos beijos,
Luma C.
ps: Há 2 noites atrás, eu fiz uma pequena listinha de ano novo sim...
terça-feira, 17 de novembro de 2009
domingo, 15 de novembro de 2009
Ao que interessa!
Essa semana, vi 3 fatos controversos: términos de relacionamentos e amigas grávidas.
Não entendo a maioria das pessoas e sua capacidade de seguir em frente. É impossível seguir em frente com tantas pendências, com um espaço, um buraco deixado no coração, na rotina. Uma pessoa não faz apenas parte da sua vida, ela faz parte do seu pé, do seu braço.
Uma pessoa é uma parte de nós. E quando as pessoas terminam e seguem em frente com tanta facilidade... não entendo. Não entendo mais admiro.
Uma paixão é carnal, é sentimental, transcende qualquer desapego rápido. Não é normal se desapegar com tanta facilidade. Normal é se subtrair ao máximo, até chegar a hora da recriação de si próprio.
Quando estamos com alguém, não somos mais únicos. Viramos dois.
E isso pode durar a vida inteira. E quando termina, viramos nada, até voltarmos a ser nós mesmos de novo. E aí, é a hora de se doar para outra pessoa ....
Quando temos um filho, também não somos mais únicos. Alguém está nos sugando todas as energias, vivendo conosco do jeito mais sublime possível... E quando estamos em um relacionamento, também. Também sugamos, vivemos, dependemos.
Um filho é uma dádiva. Um relacionamento também é.
Não ligo para esse mundo moderno, de costumes e hábitos passageiros. Se estamos aqui, na Terra, vamos viver todas as emoções ao extremo.
Só consegue sentir uma imensa alegria quem já foi capaz de sentir uma tristeza abismal.
É normal sofrer, é normal doer, é normal doer por 1 ano ou mais ... O que se precisa entender, é que ninguém pode viver assim. Você pode sentir, mas a sua vida não pode párar porque você não vai ter tempo para isso.
E não é porque não temos tempo que devemos nos refrear de sentir. Sinta sim... ouvindo uma música, à noite quando chegar do dia inteiro, ao ver algo que lembre...
Um relacionamento acaba para os dois voltarem a ser um cada.
Um filho nasce, para dois se tornarem um só.
beijos,
Luma Cabral ou LuHaze
um beijinho especial para o anjinho que a Bianca está carregando :)
Não entendo a maioria das pessoas e sua capacidade de seguir em frente. É impossível seguir em frente com tantas pendências, com um espaço, um buraco deixado no coração, na rotina. Uma pessoa não faz apenas parte da sua vida, ela faz parte do seu pé, do seu braço.
Uma pessoa é uma parte de nós. E quando as pessoas terminam e seguem em frente com tanta facilidade... não entendo. Não entendo mais admiro.
Uma paixão é carnal, é sentimental, transcende qualquer desapego rápido. Não é normal se desapegar com tanta facilidade. Normal é se subtrair ao máximo, até chegar a hora da recriação de si próprio.
Quando estamos com alguém, não somos mais únicos. Viramos dois.
E isso pode durar a vida inteira. E quando termina, viramos nada, até voltarmos a ser nós mesmos de novo. E aí, é a hora de se doar para outra pessoa ....
Quando temos um filho, também não somos mais únicos. Alguém está nos sugando todas as energias, vivendo conosco do jeito mais sublime possível... E quando estamos em um relacionamento, também. Também sugamos, vivemos, dependemos.
Um filho é uma dádiva. Um relacionamento também é.
Não ligo para esse mundo moderno, de costumes e hábitos passageiros. Se estamos aqui, na Terra, vamos viver todas as emoções ao extremo.
Só consegue sentir uma imensa alegria quem já foi capaz de sentir uma tristeza abismal.
É normal sofrer, é normal doer, é normal doer por 1 ano ou mais ... O que se precisa entender, é que ninguém pode viver assim. Você pode sentir, mas a sua vida não pode párar porque você não vai ter tempo para isso.
E não é porque não temos tempo que devemos nos refrear de sentir. Sinta sim... ouvindo uma música, à noite quando chegar do dia inteiro, ao ver algo que lembre...
Um relacionamento acaba para os dois voltarem a ser um cada.
Um filho nasce, para dois se tornarem um só.
beijos,
Luma Cabral ou LuHaze
um beijinho especial para o anjinho que a Bianca está carregando :)
Pra extravasar ...
Eu sempre tive blog, fotolog, e agora... me vem o twitter. Se a internet foi o começo da substituição da minha antiga terapia de papel e caneta, o twitter foi o retrocesso, me levando de volta ao estágio primário quando eu não falava tudo o que deveria. (mas ainda assim, eu gosto do twitter).
Eu falo muito. Isso todo mundo sabe. Eu escrevo muito.
Ao longo dos 19 anos, já se foram mais de 10 agendas, 35 diários, 2 pastas com centenas de texto .... Eu gosto de me fazer clara, compreensível,entendível.
Entenda quem quiser, e como quiser.
Esse blog é para nada e para tudo.
Para o que der na telha, para qualquer coisa.
Espero que ajude com os vazios.
Eu falo muito. Isso todo mundo sabe. Eu escrevo muito.
Ao longo dos 19 anos, já se foram mais de 10 agendas, 35 diários, 2 pastas com centenas de texto .... Eu gosto de me fazer clara, compreensível,entendível.
Entenda quem quiser, e como quiser.
Esse blog é para nada e para tudo.
Para o que der na telha, para qualquer coisa.
Espero que ajude com os vazios.
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